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quarta-feira, 21-02-2018
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Navegação de S. Brandão nas fontes portuguesas medievais (RC)

Navegação de S. Brandão nas fontes portuguesas medievais (RC)
Navegação de S.Brandão nas fontes portuguesas medievais -
Nº :
1
Título :
Navegação de S. Brandão nas fontes portuguesas medievais (RC)
Editora :
Edições Colibri
ISBN :
972-772-041-2
Edição de :
Edição crítica de Aires A. Nascimento
1ª Edição :
Outubro de 1998
Depósito Legal :
127376/98
Tiragem :
1000 exemplares
 
 

Aires A. Nascimento — Prof. Catedrático da Faculdade de Letras de Lisboa (Departamento de Estudos Clássicos), é Director do Centro de Estudos Clássicos e da revista Euphrosyne (revista de filologia clássica). Pertence a várias Academias e Associações Científicas, nacionais e estrangeiras. É autor de diversas edições críticas de textos latinos medievais, e de estudos nas áreas de Literatura Latina Medieval, Filologia Latina e Codicologia, disciplinas em que tem incidido a sua investigação e ensino. A Navegação de S. Brandão constitui uma das leituras de maior referência na Idade Média. Tem na origem a figura de Brandão, monge irlandês de princípios do século VI. A tradição portuguesa está representada de diversos modos. Recuperam-se neste volume dois dos seus ramos: um deles, proveniente de Santa Cruz de Coimbra, apresenta uma versão que se afigura mais antiga que a chamada “vulgata brandaniana” do centro europeu, do século VIII; outro deles provindo de Alcobaça, dá-nos uma versão latina da Voyage de Saint Brendan de Benedeit, de inícios do século XIII. Da mesma tradição são dois outros textos: a Viagem ao Paraíso Terreal (Ilha do Solstício) de Trezenzónio, provavelmente do século XI, e o Conto de Amaro, um e outro sem filiação conhecida em tradição europeia, embora com semelhanças com os contos irlandeses de viagens ao Paraíso (immrama e echtrai). Qualquer destes textos apresenta problemas específicos, mas há a uni-los um mesmo contexto cultural de leituras que animou o imaginário medieval português em que se forjou o espírito dos homens dos Descobrimentos. Publicam-se todos estes textos em edição crítica, com a respectiva tradução para os três textos latinos.
Uma introdução a cada um destes textos e o comentário que os acompanham procuram situá-los no seu tempo e dotá-los de perspectivas de leitura, tendo em conta os resultados mais recentes da investigação.